Oi pessoal, faz tempo que não posto nada aqui, mas porque estava trabalhando em uma super novidade: um blog novinho em folha!
Já faz algumas semanas que esse novo espaço está pronto, mas ainda estava acertando alguns detalhes. A minha intenção é redirecionar automaticamente as postagens do blog aqui no Blogger para o novo endereço, pois agora o Caderninho da Mamãe, além de cara nova, também tem casa própria! :) Sim, temos um endereço próprio, só nosso!
Mas enquanto esse redirecionamento não ocorre (penando com códigos e configurações..rs), vocês podem acessar o novo blog AQUI!
Espero que gostem do novo site, que foi pensado pra deixar a navegação mais simples e organizada, pra vocês encontrarem o que procuram com mais facilidade. Junto com o novo endereço e o novo layout, virão muitas outras novidades por aí! Aos poucos vou mostrando tudo por lá.
Então acessem o novo Caderninho da Mamãe e me digam o que acharam das mudanças, ok?!
Espero vocês lá!
Beijos,
Mari
quinta-feira, 3 de abril de 2014
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Pezinhos no mar pela primeira vez
Ok, eu sumi daqui por um bom tempo. É que juntou fim de ano, fim de aulas, viagens e tudo mais e eu simplesmente não consegui me organizar pra parar e escrever um post decente, embora toda noite antes de dormir eu escrevesse um inteirinho, mentalmente.Mas agora me obriguei a sentar e contar um pouquinho sobre as nossas férias. quer dizer, sobre as férias da Clara e as minhas tentativas de ter umas também.
Porque mãe é assim: passa o ano inteiro trocando fralda, fazendo mamadeira, lavando mamadeira, dando banho, lutando pro filho comer direito e contando os dias pra chegarem as férias. E quando as férias chegam, elas se dão conta de que serão mais algumas semanas trocando fralda, dando banho, lutando pro filho comer...
Mãe não tira férias (eu pelo menos ainda não consegui). Mãe tá sempre de plantão, a postos, com a cabeça em pleno funcionamento pra não esquecer de nada nem deixar o filho passar alguma necessidade. Por isso, o desafio das férias - dos filhos - é tentar relaxar pelo menos um pouco e sair da rotina pra fugir da loucura que é a vida nos outros 11 meses do ano.
E assim foi por aqui. Pela primeira vez em alguns anos, nós nos organizamos para viajar pra praia no fim do ano. A Clara ainda não conhecia o mar e eu esperava ansiosa por esse momento. Por conta dessa viagem, nós não fomos pra casa dos meus pais no Natal, como sempre fazemos. Por questões logísticas e dinheirísticas nós passamos o Natal na casa dos meus sogros, que moram perto de Londrina e de lá partimos pra SC pra passar o Reveillon na praia,meu sonho, e curtir uns dias de sombra e água fresca bem merecidos.
Viajamos na companhia de pessoas muito queridas, incluindo os padrinhos da Clara e isso com certeza fez essa semana na praia ser muito mais divertida. Clara a-mou o mar, embora tenha ficado desconfiada nos primeiros cinco minutos. Nos dias seguintes, tínhamos que manter atenção triplicada porque a todo momento ela queria sair da barraca onde estávamos pra ir pra água - e não tinha receio nenhum de ir sozinha, se deixássemos.
São Pedro ajudou, fazendo dias lindos de sol durante a semana toda. E todos nós aproveitamos muito, afinal era nossa viagem do ano. Claro que teve perrengue também, incluindo uma manhã inteira na rua, de mala, cria e cuia no sol, esperando a dona do apartamento que havíamos alugado chegar com as chaves da casa. Teve horas sem água no apartamento, restaurante fechado pro almoço e Clara sumindo das minhas vistas por uns dois minutos na praia, no último dia de viajem (achei que ela estava com o pai, que achou que ela estava comigo, até que uma mulher que estava há uns 50 metros da gente veio devolver a criatura, que tinha resolvido dar um rolé desacompanhada. Pensa numa mãe que quase infarta!).
Mas também teve muita diversão em família. Teve estrela do mar, siri, conchinhas recolhidas na areia. Teve a Clara experimentando camarão pela primeira vez - e gostando. Teve sete ondinhas e banho de mar pra tirar a uruca na noite de Reveillon (tô contando com isso, hein Iemanjá). Teve muita alegria pra Clara. E se teve alegria pra filha, teve alegria pra mãe também né.
No fim, até que consegui relaxar e aproveitar bem a viagem. Agora é aproveitar os últimos diazinhos de férias da Clara e se preparar pra mais uma centena de troca de fraldas (o desfralde tá difícil por aqui, depois conto mais), de mamadeiras, de comidas arremessadas, de banhos, de idas e vindas à escola e de tudo que 2014 vai nos trazer.
Feliz Ano Novo pra vocês!
Beijos,
Mari
Porque mãe é assim: passa o ano inteiro trocando fralda, fazendo mamadeira, lavando mamadeira, dando banho, lutando pro filho comer direito e contando os dias pra chegarem as férias. E quando as férias chegam, elas se dão conta de que serão mais algumas semanas trocando fralda, dando banho, lutando pro filho comer...
Mãe não tira férias (eu pelo menos ainda não consegui). Mãe tá sempre de plantão, a postos, com a cabeça em pleno funcionamento pra não esquecer de nada nem deixar o filho passar alguma necessidade. Por isso, o desafio das férias - dos filhos - é tentar relaxar pelo menos um pouco e sair da rotina pra fugir da loucura que é a vida nos outros 11 meses do ano.
E assim foi por aqui. Pela primeira vez em alguns anos, nós nos organizamos para viajar pra praia no fim do ano. A Clara ainda não conhecia o mar e eu esperava ansiosa por esse momento. Por conta dessa viagem, nós não fomos pra casa dos meus pais no Natal, como sempre fazemos. Por questões logísticas e dinheirísticas nós passamos o Natal na casa dos meus sogros, que moram perto de Londrina e de lá partimos pra SC pra passar o Reveillon na praia,
Viajamos na companhia de pessoas muito queridas, incluindo os padrinhos da Clara e isso com certeza fez essa semana na praia ser muito mais divertida. Clara a-mou o mar, embora tenha ficado desconfiada nos primeiros cinco minutos. Nos dias seguintes, tínhamos que manter atenção triplicada porque a todo momento ela queria sair da barraca onde estávamos pra ir pra água - e não tinha receio nenhum de ir sozinha, se deixássemos.
São Pedro ajudou, fazendo dias lindos de sol durante a semana toda. E todos nós aproveitamos muito, afinal era nossa viagem do ano. Claro que teve perrengue também, incluindo uma manhã inteira na rua, de mala, cria e cuia no sol, esperando a dona do apartamento que havíamos alugado chegar com as chaves da casa. Teve horas sem água no apartamento, restaurante fechado pro almoço e Clara sumindo das minhas vistas por uns dois minutos na praia, no último dia de viajem (achei que ela estava com o pai, que achou que ela estava comigo, até que uma mulher que estava há uns 50 metros da gente veio devolver a criatura, que tinha resolvido dar um rolé desacompanhada. Pensa numa mãe que quase infarta!).
Mas também teve muita diversão em família. Teve estrela do mar, siri, conchinhas recolhidas na areia. Teve a Clara experimentando camarão pela primeira vez - e gostando. Teve sete ondinhas e banho de mar pra tirar a uruca na noite de Reveillon (
No fim, até que consegui relaxar e aproveitar bem a viagem. Agora é aproveitar os últimos diazinhos de férias da Clara e se preparar pra mais uma centena de troca de fraldas (o desfralde tá difícil por aqui, depois conto mais), de mamadeiras, de comidas arremessadas, de banhos, de idas e vindas à escola e de tudo que 2014 vai nos trazer.
Feliz Ano Novo pra vocês!
Beijos,
Mari
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Menos brinquedos, mais brincadeiras: meu presente de Natal
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Unknown at 17:28
Marcadores: brincadeira, infância livre de consumismo, natal, papai noel, presente
Marcadores: brincadeira, infância livre de consumismo, natal, papai noel, presente
Vem chegando o verão Natal, pipocam em todo lugar
aquelas anúncios maravilhosos de brinquedos-que-seu-filho-não-pode-viver-sem e
todo mundo só pensa em uma coisa: presentes, presentes e mais presentes!
Quer dizer, quase todo mundo. Felizmente, tenho visto uma
corrente de pessoas que, felizmente, tem o bom senso de perceber que as
crianças, principalmente as com menos de 4 ou 5 anos de idade, pouco ou nada se
importam com presente de Natal.
Imagine comigo: seu filho, que nem saiu das fraldas,
literalmente, ganha um brinquedo caríssimo, cheio de firulas, cuja embalagem
promete ajudar no desenvolvimento motor, da fala, do andar ou sei lá mais o
que. Ele abre, curioso, aperta um ou dois botões, chacoalha pra um lado e pro
outro e em menos de três minutos abandona o brinquedo e começa a brincar
animadamente com a embalagem do dito cujo. No final daquele dia, ele passou
mais tempo se divertindo (e aprendendo) com a caixa do que com a maravilhosa
invenção que custou mais de 200 reais. Duvido que isso já não aconteceu por aí.
Não que eu seja contra os brinquedos, muito pelo contrário.
Só acho que não é necessário uma criança ganhar um milhão deles, nem os mais
caros, só pra atender ao apelo de meia dúzia de empresas ou por que as pessoas acham que têm essa obrigação. Eu adoro dar e
receber presentes e claro que não sou contra as pessoas presentearem a Clara,
mas acho válido falar que nem sempre o dinheiro investido em um presente é
proporcional ao tempo que a criança gastará aproveitando-o.
Aqui em casa, até hoje dá pra contar nos dedos de uma mão os
brinquedos que eu comprei pra Clara – quase todos bem baratinhos. No seu
aniversário de 1 ano ela ganhou muitos – bem mais do que eu esperava – e até
hoje ainda estamos “estreando” os presentes que ela ganhou há mais de um ano.
Ainda assim, a sala está sempre cheia deles – e a Clara tá sempre brincando
com as peças de alumínio da cozinha.
Nos dois últimos anos, ela mal entendia que o Natal é uma
época especial. Muito menos que precisava ganhar presente. Por isso mesmo, não
ganhou (meu e do pai). Nesse ano, ela só sabe mais ou menos que o “Papai Noel
traz presente” porque já entende melhor o que acontece ao redor e porque na
escola ela ganhou presente dele (que eu comprei, por R$20). Quando pergunto o
que ela quer ganhar do Papai Noel, ela diz que quer um carro. Depois conto qual
foi o carro que ela ganhou!
Mas fora isso, sinceramente, não ligo se ela não ganhar mais
nenhum. Eu sei que o que não falta, em casa e fora dela, é coisa pra aguçar sua
imaginação, seu raciocínio e sua diversão. Que falte brinquedos, mas não falte brincadeiras!
*Dica: Se você também acha que criança não precisa de muita coisa pra ser feliz, conheça o Movimento Infância Livre de Consumismo, que tem discussões e pontos de vistas muito interessantes sobre o assunto :)
Beijos,
Mari
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Trabalhar fora ou ficar com os filhos? A eterna dúvida materna
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Unknown at 15:15
Marcadores: dilemas, experiência, mãe que trabalha fora, mães, mercado de trabalho, trabalhar fora
Marcadores: dilemas, experiência, mãe que trabalha fora, mães, mercado de trabalho, trabalhar fora
Parar de trabalhar pra me dedicar mais à Clara era uma
possibilidade – e mais que isso, uma vontade que eu vinha alimentando há certo
tempo. Até que me vi de frente com essa mudança e, confesso, fiquei aliviada
por a vida ter tomado esse rumo. Eu sempre amei trabalhar, gostava do que fazia,
por muito tempo aquilo me motivou e me fez feliz.
Fui “do contra” da maioria das mães, que deixam de trabalhar
quando engravidam. Eu voltei a trabalhar depois da licença maternidade quando a
Clara tinha quase 5 meses e estava “tranquila” com essa decisão, foi até mais
fácil do que eu achei que seria. Fui feliz trabalhando fora – enquanto ela era
cuidada por uma pessoa ótima e de super confiança em casa – por mais de um ano.
Mas aí alguma coisa começou a mudar. Eu comecei a sentir uma
falta danada de poder acompanhar mais de perto as tantas transformações na vida
da minha filha, de ter tempo pra ela e pra mim também, porque trabalhando e
ficando fora de casa o dia todo não dava tempo pra NADA! Eu não rendia mais tão
bem no trabalho e a empresa precisava de alguém com gás total. Resultado:
saí. Isso já faz quase cinco meses e,
agora, olhando e tentando fazer uma avaliação dessa mudança – que só quem é mãe
sabe o quanto é grande – posso dizer que sim, foi a melhor coisa que poderia
ter acontecido.
Como toda escolha, escolher “não trabalhar fora” tem seus
prós e contras. E eu não poderia saber de todos eles se não tivesse passando
por isso.
Entre os benefícios, está a impagável oportunidade de
vivenciar o dia a dia de uma menininha que faz milhões de descobertas todos os
dias, que está desembestando a falar e que apronta todas e mais algumas. E se é
cansativo pacas (sim, é!), também é ótimo acompanhar toda essa eufórica e
desafiadora infância, que é única pra ela e pra mim.
Outro ponto a favor dessa decisão é ter tempo pra fazer as
minhas coisas: as que eu preciso, tipo ir ao banco, compras as coisas pra casa,
resolver as pendências da Tchukids, etc, e também as que eu quero, como
por exemplo, ir à academia, sair no meio da tarde pra tomar um sorvete (e
depois ir pra academia de novo), viajar durante a semana e tantas outras coisas
que antes eu não podia fazer. Tudo isso faz um bem danado!
Sem falar na liberdade de fazer meus horários, trabalhar em
casa de olho na cria, de dividir meu tempo da forma como eu achar mais
produtivo e mais adequado à rotina de casa.
Por outro lado, ao deixar de “trabalhar fora”, descobri que “trabalhar
dentro” é igualmente cansativo às vezes.
(Nesse momento, Clara acaba de acordar e chegar no sofá, onde escrevo esse
post, pedindo colo. Provavelmente ele só será terminado amanhã).
Pouco depois que eu parei de trabalhar na agência, a Rose,
babá e faz-tudo aqui em casa desde que a Clara era bebezinha também pediu pra
sair (sinal de que nada acontece por acaso) e eu me vi doida – e perdida – pra cuidar
da casa, da Clara, do home Office e de tudo mais sozinha. E aí a gente percebe
que ser mãe e dona de casa é, com o perdão da palavra, trabalhoso pacarái!
Tem dias que acho que vou surtar: é a casa de pernas pro ar,
almoço pra fazer, Clara dando chilique, trabalho me esperando, encomendas pra
despachar, trabalho-ad-infinitum-forever-quero-fugir-pra-uma-ilha. E é por isso que dá vontade de enfiar um garfo no zóio de quem olha pra você e pensa: "que moleza essa vida de mãe que não trabalha".
Mas aí você percebe também que, se dá conta de tudo isso sem
deixar a casa pegar fogo ou sua filha morrer de fome – ou de tédio, dá conta de
qualquer outro trabalho no mundo, meu bem. Só falta receber salário, porque,
aliás, essa é outra questão que pesa contra nessa questão trabalhar fora versus
se dedicar exclusivamente aos filhos. Por enquanto, eu ainda tenho uma graninha
pra me virar com as minhas despesas, mas ano que vem, sinceramente, não sei
como vai ser. Tremo só de pensar na possibilidade de ter que ficar pedindo
dinheiro pro marido pra tudo, então essa parte é a que mais me preocupa no
momento.
Mas, mesmo assim, não tenho pretensão de voltar a trabalhar
em horário integral, fora de casa, com hora pra sair e pra entrar (e nenhum tempo pra mim).
Deus queira que chova frilas e encomendas na Tchukids, pra eu conseguir manter essa
minha decisão. Decisão da qual não me arrependo nem um tiquinho (pelo menos
até o momento em que escrevo esse post) e que só me mostrou mais uma vez que
não há regras, nem certo ou errado quando o assunto é o bem estar de mães e
filhos. Cada um tem que saber o que é melhor pra sua família - e qual a hora de arriscar mudar, se assim quiser.
E por aí, qual foi o melhor caminho pra vocês, mães, depois
que os filhos chegaram? Pensam em mudar de rumos também?
Beijos,
Mari
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
O que anda rolando por aqui – III
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Unknown at 11:27
Marcadores: 2 anos, 26 meses, desenvolvimento, desenvolvimento da fala, desenvolvimento do bebê, fofurices
Marcadores: 2 anos, 26 meses, desenvolvimento, desenvolvimento da fala, desenvolvimento do bebê, fofurices
Clara agora deu de chamar o pai pelo nome, principalmente
quando quer chamar sua atenção ou “dar uma bronca”:
- “Não pode, papai Juni (Junior)”
Quando ele está em outro cômodo da casa, ela grita: -“Papaiêêê”.
Se ele não atende, ela apela: -“Papai Juniiii”
Ps: Ele não tá gostando nada dessa história de ser chamado
pelo nome, diz que fica parecendo que ela tem outro pai.
********
Aprendeu, sozinha, que precisa pedir permissão pra fazer
certas coisas. Agora é o tempo todo perguntando:
- “Pode, mamãe?”
O problema é que tão rápido aprendeu a pedir, também
aprendeu a responder por conta própria e antes de mim:
-“Póde fazer gegenho (desenho), mamãe? Póóóóde”
#oi?
********
Descobriu que os meninos tem pipi e meninas tem “tica”
(ideia do papai esse nome). Quando vai tomar banho ou quando vê o pai trocando
de roupa, fica gritando toda feliz:
- “Papai tem pupum !(pipi – ela troca o i pelo u). Tcha no
tem (Clara não tem). Mamãe no tem.
********
Não gosta quando fala com a gente e não damos muita bola.
Chama uma, duas, três vezes (sempre aumentando o tom da voz)...se estou
distraída com outra coisa e não olho, ela pega no meu rosto, vira na sua
direção e fala brava: - “Mamanhêêêê”
********
Tenho insistido que ela precisa dizer “por favor” quando quer
algo. Então quando pede alguma coisa e eu digo que não posso dar ela olha com
cara de coitadinha, vira o pescoço de lado e solta: “Fufavô mamãe. Fufavô”.
Difícil é negar depois de um pedido tão fofinho.
********
Quando vai dormir, às vezes pede pra rezar. Junta as
mãozinhas, abaixa a cabeça, fecha os olhos e faz uma oração que tenta imitar a
minha. Vou rezando e ela vai atrás.
Eu digo: “Obrigada Papai do Céu, pela minha saúde”
E ela completa: “Da mamãe, do papai, da vovó, da bum(bisa), do vovô, do tio..”
Logo depois disso, ela dá a oração por encerrada e diz: “Amã” (Amém)
É a coisa mais fofa do mundo!
E ela completa: “Da mamãe, do papai, da vovó, da bum(bisa), do vovô, do tio..”
Logo depois disso, ela dá a oração por encerrada e diz: “Amã” (Amém)
É a coisa mais fofa do mundo!
********
O pai do Junior tem uma cerâmica e sempre que vamos pra casa
deles, ela o vê trabalhando, normalmente dirigindo a pá carregadeira que ele
usa pra levar lenha pros fornos. Ela deve ter ouvido falarmos da tal máquina e
agora o vovô paterno é o “vovô da pá”. Toda vez que vê um caminhão na rua sai
gritando: - “Ó o vovô pá”
********
Semana passada, participamos de um piquenique onde haviam
várias mães amamentando. Pois no dia seguinte, cismou que queria mamar no meu
peito! Tentei explicar de todas as formas que eu não tinha mais leite, que ela
já era mocinha, mas ela insistiu tanto que deixei ela “tentar”. Lógico que logo ela viu que aquilo
não era mais pra ela e depois ficou dando risada da situação.
Fazendo "gegenho" no piquenique
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Dez sinais de que você se tornou (ou está se tornando) uma ativista do parto humanizado
26
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Unknown at 09:00
Marcadores: humanização do parto, parto humanizado, parto natural, parto normal
Marcadores: humanização do parto, parto humanizado, parto natural, parto normal
Uma noites dessas, em um momento raríssimo de insônia, fiquei pensando em como eu mudei minhas ideias com relação ao parto nos últimos dois anos. Felizmente, pude ler e me informar muuuito mais sobre isso nesse tempo e isso me abriu os olhos pra muitas coisas que antes passavam batidas. Infelizmente, isso só aconteceu depois que eu caí na conversa do médico cesarista que me impediu de tentar o parto que eu desejava, mas não tanto assim à época.
Por isso, tenho tanta vontade de falar "umas coisinhas" pras grávidas de primeira viagem quando vejo que elas estão indo pelo mesmo caminho que eu fui na gestação da Clara. Não é uma questão de "cada mulher tem direito a ter o parto que quiser", isso é indiscutível a meu ver, mas é uma questão de que com falta de informação correta, a mulher pode nem chegar a saber o que de fato ela quer e, principalmente, o que merece pro seu parto.
E aí, no meio dos pensamentos, comecei a lembrar das coisas que aprendi e do que, subjetiva ou objetivamente, mudaram em mim. Dessa análise, surgiu a lista a seguir, pra quem se interessar (ou se identificar) possa:
Dez sinais de que você se tornou (ou está se tornando) uma ativista do parto humanizado
Por isso, tenho tanta vontade de falar "umas coisinhas" pras grávidas de primeira viagem quando vejo que elas estão indo pelo mesmo caminho que eu fui na gestação da Clara. Não é uma questão de "cada mulher tem direito a ter o parto que quiser", isso é indiscutível a meu ver, mas é uma questão de que com falta de informação correta, a mulher pode nem chegar a saber o que de fato ela quer e, principalmente, o que merece pro seu parto.
E aí, no meio dos pensamentos, comecei a lembrar das coisas que aprendi e do que, subjetiva ou objetivamente, mudaram em mim. Dessa análise, surgiu a lista a seguir, pra quem se interessar (ou se identificar) possa:
Dez sinais de que você se tornou (ou está se tornando) uma ativista do parto humanizado
Imagem daqui
1) Arrepende-se da cesárea desnecessária do passado ou não
consegue pensar em uma forma melhor pro seu filho nascer do que de maneira
natural e respeitosa;
2) Assiste muitos, muitos vídeos de partos normais e se
emociona com todos. Mas tem vontade de chorar mesmo é quando vê a foto ou vídeo
do baby da amiga (ou o seu mesmo), segurado pelo médico como se fosse um frango
prestes a ser abatido, logo após ser arrancado da barriga da mãe pelo obstetra
fofinho que garantiu que “ele já estava pronto”;
3) Sabe o significado das siglas PD, PN, DPP, LM, LD, PNH e
por aí vai;
4) Sente arrepios só de ouvir falar em episiotomia, manobra
de Kristeller, sorinho, mãezinha, nitrato de prata, água com glicose, “na hora
a gente vê isso”, “não tem dilatação”, “o bebê é muito grande”, “o cordão tá
enrolado no pescoço”, “a cesárea é super
tranquila” ou “eu não sou menos mãe porque não tive um parto normal”;
5) Assina tudo quanto é petição, abaixo assinado, carta,
manifesto que defenda os direitos das mulheres e mudanças no sistema de
atendimento ao parto;
6) Foi ao cinema assistir “O Renascimento do Parto” e saiu
de lá querendo levar todo mundo pra ver também;
7) É vista como a chata das redes sociais pelos colegas, já
que vive postando notícia de parto, pesquisas sobre parto, foto de parto, vídeo
de parto e falando de parto;
8) Não resiste em comentar – e polemizar - os posts das
amigas grávidas comemorando o agendamento da cesárea e/ou justificando a
escolha com argumentos toscos;
9) Ganhou meia dúzia de amigos nas rodas de conversa sobre
parto normal e perdeu outra dúzia que não pode nem ouvir falar do assunto;
10) Leu esse post e se identificou com pelo menos uns 7
sinais.
A minha pitica (nascida de uma cesárea eletiva e desnecessária) já aderiu à causa :)
Foto: Coruja Madrinha
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Hora da escola - A escolha e a adaptação
2
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Unknown at 16:50
Marcadores: adaptação, adaptação na escola, desenvolvimento, escola, rotina
Marcadores: adaptação, adaptação na escola, desenvolvimento, escola, rotina
Há pouco mais de um mês, Clara ingressou em um mundo cheio
de descobertas, novas amizades, desafios e alguns vírus e bactérias novos: a
escola!
Com a saída da babá e com a minha necessidade de ter um
tempo para trabalhar em casa e cuidar dos meus compromissos, achamos que seria
uma boa alternativa adiantar em alguns meses o plano de colocá-la em uma
escolinha, o que pretendíamos fazer no início do ano que vem.
Visitamos quatro escolas – sempre com a presença da Clara
junto com a gente, fizemos muitas perguntas, recebemos muita atenção e explicações.
Quer dizer, em uma das escolas nem tanto, pois fomos atendidos praticamente no
portão e não nos deixaram conhecer as dependências da escola “por não termos
marcado horário. Nem preciso dizer que essa escola já foi descartada logo de
cara, né?
Pois bem, analisados todos os prós e contras de cada escola,
levando em conta as instalações, a distância de casa, o método de ensino e as
impressões que tivemos das pessoas que nos atenderam e das professoras,
escolhemos uma. No fim, pesou bastante o fato dessa ser a mais próxima de casa
(afinal, teria que levar e buscar a Clara todo dia sem carro) e também o fato
do marido ter estudado lá e termos ótimas referências.
Foi uma luta conseguir vaga, principalmente por já estarmos
nos aproximando do fim do ano letivo e tudo mais. Depois de uma ligação
desesperada e de uma chantagem emocional (rs) da minha sogra, o pessoal da
escola foi suuper gente fina e descolou uma vaga pra Clara. Graças a ela, agora
sua turma tem um aluno a mais..hehe
Pois bem, começava aí a apreensão de como seria a adaptação
da Clara em um ambiente tão novo e diferente do que ela estava acostumada. Por
conhecê-la e saber que ela adora crianças e faz amizade fácil, digamos assim,
me deixou um pouco mais tranquila. Na escola, a coordenadora nos orientou sobre
como seria o processo: na primeira semana, eu ficaria por lá caso ela me
chamasse (não fiquei na sala de aula, fiquei na sala da coordenadora) e iríamos
aumentando o tempo que ela ficaria na aula aos poucos, até ela conseguir ficar
a tarde toda.
No primeiro dia, levei ela até a porta da sala de aula, me agachei,
disse que ela ia ficar ali brincando com aquelas crianças e que ia ser muito
legal, mas que se quisesse podia me chamar que eu tava logo ali no pátio. Ela
se animou, foi logo sentando em uma das cadeiras e depois de ganhar um
brinquedo da professora me chamou pra brincar também. Mais uma vez, falei que
ia ficar esperando do lado de fora, mas que ela poderia ficar ali brincando com
as outras crianças. Assim foi. Fiquei na sala da coordenação (que dá de frente
pro pátio), prevendo que a qualquer momento a professora fosse aparecer com ela
querendo me ver.
Mas não teve isso. Ela não pediu por mim em nenhum momento.
Na hora do lanche, saiu em fila com os novos amiguinhos e ao me ver lá sentada
na sala, me chamou pra brincar com ela de novo. A professora disse que iriam
lanchar e brincar e ela logo esqueceu de mim (era pra ficar triste ou feliz?).
No primeiro dia, fomos embora logo depois do lanche. No caminho, fomos
conversando sobre a escola, o que ela fez, se ela havia gostado e ela
demonstrou que estava muito a vontade e contente.
No segundo dia, fiquei na escola por cerca de uma hora e a
coordenadora me disse que ela estava muito bem, que se eu quisesse sair pra
fazer alguma coisa e voltar depois para buscá-la, podia ir. Hesitei, mas também
achei que minha presença ali não era necessária, era melhor que ela não me
visse pra ver como seria sua reação. Mais uma vez, ela se divertiu e participou
das atividades sem chorar, sem estranhar, sem perguntar da mamãe aqui (#chateada).
Fui buscá-la antes do horário de saída normal, como a coordenadora havia orientado
e ela não queria ir embora.Só aceitou sair da sala quando disse que voltaríamos
no dia seguinte pra brincar mais.
Já a partir do terceiro dia, diante do sucesso da adaptação,
ela passou a ficar o período inteiro, sem a necessidade da minha presença por
lá. As professoras disseram que ela estava indo muito bem e que nem parecia que
era a primeira vez que frequentava a escola. Com isso, fiquei bem mais
tranquila.
E tem sido assim desde então: ela fica toda animada pra ir
pra escola. Chega lá, se despede de mim sem cerimônias e corre toda feliz lá
pra dentro. E eu? Fico feliz que tudo tenha ocorrido sem problemas, traumas ou
estranhamento pra ela. Hoje tenho mais certeza que fizemos a escolha certa e
que a escola vai fazer muito bem a ela.
Massss...verdade seja feita, nem tudo foi flores nesse
primeiro mês. Como eu muito ouvi falar, a pequena não escapou de ficar doente.
Logo na primeira semana, pegou uma gripe bem forte (coisa que nunca tinha
acontecido antes), que passou pra mim e derrubou a nós duas. Felizmente,
conseguimos tratar logo no início e não foi preciso apelar pro médico nem pro
pronto socorro. Mas, mesmo assim, foram semanas com uma coriza que não ia
embora e uma tossezinha na hora de dormir que nos tiraram o sono.
Quando pensei que a gripe tinha ido embora de vez, me surge
uma infecção de garganta que fez a pequena precisar de antibiótico pela
primeira vez na vida. Eu sei, tivemos sorte dela ter passado tanto tempo sem
precisar deles, mas é de dar dó né? Por causa da febre que não baixava e dos
antibióticos – que a escola não dá pra criança nem com a receita médica – ela ficou
uma semana sem ir pra aula. Mas como já haviam me alertado, infelizmente é
comum a criança ficar doente nos primeiros meses na escola. Até ela criar toda
resistência (que eu achava que ela tinha de sobra, já que nunca ficava doente),
talvez a gente ainda tenha que enfrentar outros episódios como esses.
Tirando isso, a entrada da minha pequenininha na escola está
sendo uma maravilha. Assim, tenho um tempo pra cuidar das minhas coisas e
trabalhar, enquanto ela se diverte convivendo com outras crianças e aprendendo
coisas novas. Não me arrependo nem um pouco dessa decisão.
E pra quem está nessa fase da escolha da escolinha ou da
adaptação, aqui vão algumas dicas que nos ajudaram bastante, baseadas na minha experiência e em matérias e posts que já li por aí:
- Visite várias escolas e prefira fazer isso sem marcar
horário com antecedência. As boas escolas não costumam exigir agendamento.
- Se for possível, leve a criança junto durante as visitas.
Observe como ela se comporta, se gosta dos ambientes e das pessoas, se sente à
vontade ali. A “opinião” dela é importante, afinal, é pensando no melhor pra ela
que você fará a sua escolha.
- Analise as propostas pedagógicas de cada escola, assim
como o espaço físico, a formação dos professores e auxiliares, a localização, a
forma como eles dividem as atividades ao longo do dia e o que priorizam na
formação das crianças. Avaliado tudo isso, pense naquela que mais tem a ver com
o seu estilo de vida, com as suas expectativas e anseios e com o que você quer
pra educação e cuidados do seu filho.
- Se estiver em dúvida, faça uma listinha com os prós e
contras de cada escola. Coloque tudo na balança e opte por aquela que tem mais “prós”.
- Não tenha medo ou vergonha de perguntar tudo e tirar todas
as suas dúvidas com a escola. Pra facilitar, você pode montar um questionário e
levar pra não se esquecer de perguntar nada importante.
E para a adaptação:
- Mesmo que esteja ansiosa e nervosa para o início das
aulas, tente não demonstrar isso para o seu filho. Acredite, eles sentem as
mudanças no comportamento e humor dos pais e podem acabar ficando nervosos
também.
- Passeie pela escola com o seu filho, converse com os
professores, mostre as crianças, sempre ressaltando os pontos positivos do
lugar, falando como as crianças estão se divertindo e como vai ser legal passar
um tempo ali.
- Torne o momento da entrada na sala de aula em algo
natural. Mais um vez, vale ressaltar todas as coisas boas do lugar. Se for
preciso, entre com ele, ajude-o a se sentar e deixe que a professora faça “as
honras da casa”, mas sempre ali do lado.
- Se a criança chorar e se negar a ficar na escola sem você,
o melhor a fazer é ter paciência e ir aos pouquinhos. Deixá-lo chorando e ir
embora não é o melhor caminho. Sente-se com ele, se proponha a fazer as
atividades junto com a turma e vá aos poucos explicando que você não o está
abandonando ali, que ele poderá te ver no fim do dia ou que poderá pedir a sua
presença quando se sentir inseguro.
- Agora, se o caso for o oposto (como o meu) e a criança
ficar tão à vontade que nem sem lembrar de olhar pra trás e dar tchauzinho pra
você, nada de ficar triste, se sentindo abandonada e menos preterida pelo
filho. Encare isso como um passo importante rumo à liberdade e autonomia do
filhote. Pense que muitas mães gostariam de estar no seu lugar.
- Lembre-se sempre que cada criança tem seu tempo e cada uma
reage de uma forma à novidade da escola. Se tiver dúvida sobre como se
comportar e o que fazer pra ajudar na adaptação, peça ajuda das professoras e
coordenadores da escola. Eles têm muito experiência com isso e vão saber te
orientar de forma que essa adaptação se dê da melhor forma possível, tanto pra
criança quanto pra você.
Espero que essas dicas e a minha recente experiência nesse
assunto que rende tantas dúvidas possam ser úteis. Depois conto como ficou nossa rotina nessa nova fase.
Beijos,
Mari
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Dicionário Clarês Ilustrado (Ou: minha filha fala errado)
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Unknown at 15:26
Marcadores: 2 anos, desenvolvimento da fala, desenvolvimento do bebê, fala da criança
Marcadores: 2 anos, desenvolvimento da fala, desenvolvimento do bebê, fala da criança
Sabe aquelas palavras que as crianças em fase de aprendizagem da fala dizem e só a mãe entende?
Pois então, aqui em casa isso se aplica a quase tudo o que a Clara diz. Já fiz um post contando sobre o jeito peculiar dela falar apenas a sílaba mais forte das palavras, lembram? Passados uns meses, ela aprendeu um jeito novo de conversar: inventando palavras nada a ver com as originais (ou quase)!
Você diz elefante e ela diz crocodilo, sabe como? A gente insiste em falar a pronúncia correta, repete feito papagaio, mas quase nunca funciona. Ela vai continuar dizendo a palavra como disse da primeira vez que tentou - e muitas vezes não se parece em nada com a versão correta.
Fiz promessa pro santo (mentira) e tô apostando minhas fichas na escola (verdade), que ela está frequentando há duas semanas, pra ver se ela começa a dizer coisa com coisa. Será que agora vai?
Enquanto isso, se você resolver bater um papo com a Clara e ficar boiando no dialeto dela, tenha em mão a primeira edição do Dicionário Clarês Ilustrado:
Pois então, aqui em casa isso se aplica a quase tudo o que a Clara diz. Já fiz um post contando sobre o jeito peculiar dela falar apenas a sílaba mais forte das palavras, lembram? Passados uns meses, ela aprendeu um jeito novo de conversar: inventando palavras nada a ver com as originais (ou quase)!
Você diz elefante e ela diz crocodilo, sabe como? A gente insiste em falar a pronúncia correta, repete feito papagaio, mas quase nunca funciona. Ela vai continuar dizendo a palavra como disse da primeira vez que tentou - e muitas vezes não se parece em nada com a versão correta.
Fiz promessa pro santo (mentira) e tô apostando minhas fichas na escola (verdade), que ela está frequentando há duas semanas, pra ver se ela começa a dizer coisa com coisa. Será que agora vai?
Enquanto isso, se você resolver bater um papo com a Clara e ficar boiando no dialeto dela, tenha em mão a primeira edição do Dicionário Clarês Ilustrado:
Agora, se você souber ou tiver ideia do que pode significar a expressão "Pati Nune", que ela repete o dia todo, me dá uma luz porque essa nem a mãe conseguiu decifrar ainda!
Beijomeliga,
Mari
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
8 temas originais para as festas infantis
Quem me conhece sabe que eu adoro uma comemoração. Com a chegada da Clara, eu ganhei um motivo a mais pra me jogar nos preparativos das festinhas que eu gosto tanto de fazer. Foi assim no chá de bebê e nos seus dois aniversários até aqui. Mas pra mim, indecisa que sou, o desafio já começa na hora de definir o tema da festa. A gente pesquisa, analisa, imagina bastante até escolher um que tenha a ver com a criança - e com a gente, nos primeiros anos.
O que não falta é ideia bacana na internet, basta ter tempo e paciência pra pesquisar. Mas e quando queremos um tema que foge do convencional, mesmo que a gente não saiba qual?
Pois hoje eu reuni aqui oito temas de festas infantis diferentes do que estamos acostumados a ver por aí, mas cheios de bossa e lindos de viver. Quem sabe você não se inspira em um deles pra fazer a próxima festinha do filhote?
O que não falta é ideia bacana na internet, basta ter tempo e paciência pra pesquisar. Mas e quando queremos um tema que foge do convencional, mesmo que a gente não saiba qual?
Pois hoje eu reuni aqui oito temas de festas infantis diferentes do que estamos acostumados a ver por aí, mas cheios de bossa e lindos de viver. Quem sabe você não se inspira em um deles pra fazer a próxima festinha do filhote?
Pizzaria
Esse é um tema alegre e colorido, que pode servir para festas de meninos e meninas (ótimo pra quem tem um casal de gêmeos ou filhos que fazem aniversário em datas próximas, né?).
Ateliê
Olha só que fofura essas festas inspiradas nos ateliês de costura! Doces, bolo e decoração, tudo leva um toque do tema, que deve fazer o maior sucesso com as meninas.
Surf
Estilo praiano, pranchas de surf, muitos tons de azul e verde. Pra quem curte o mar e esse estilo de vida, o tema surf é perfeito. Aqui podemos ver diferentes estilos de decoração que podem ser criados dentro do tema, todos lindos!
Matrioska
As bonequinhas russas caíram no gosto dos brasileiros na decoração e na moda. E claro, chegaram também ao mundo das festas infantis. Super originais, as mamuskas são uma ótima escolha pra quem quer inovar no aniversário da filha. O resultado é incrível, como dá pra ver!
Transportes
Se seu filho é louco por caminhões, carrinhos, ônibus, trens e aviões, que tal juntar tudo isso na hora de comemorar seu aniversário? Com o tema transportes, dá pra abusar da imaginação pra compor uma decoração colorida e super divertida.
Monstros
Antes mesmo de fazerem sucesso nos cinemas, os monstrinhos já rendiam decorações incríveis nas festas infantis, principalmente lá fora. Aqui também vale usar de toda a criatividade - e até da ajuda das crianças - pra criar esses monstros engraçados e intergaláticos. Com imaginação, dá pra fazer enfeites e adereços incríveis pra compor a festa, como esses das fotos.
Viajante
Passaporte, tickets, malas...tudo pronto pra decolar? Dar uma volta ao mundo é possível com esse tema pra lá de original. Estão prontos?
Festa do Bigode
Outro tema que já faz sucesso, os mustaches - ou bigodes, podem render decorações bem divertidas nas festas infantis. Seja apenas em alguns detalhes ou marcando presença em toda a decoração, eles são uma ótima opção para os pais mais ousados ou despretensiosos.
E então, o que acharam destas ideias pouco convencionais para as festas das crianças?
Beijos,
Mari
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
De quando eu me sinto menas-mãe
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Unknown at 09:00
Marcadores: comportamento de mãe, confessionário, mãe nervosa, maternidade, menos mãe, vida de mãe
Marcadores: comportamento de mãe, confessionário, mãe nervosa, maternidade, menos mãe, vida de mãe
Errar é humano. humano = gente. Mãe também é gente. Logo, mãe também erra.
Entendido até aí. O problema é que nós mães temos o péssimo hábito de achar que temos que ter o controle de tudo que acontece na vida dos filhos e, cá entre nós, se não dá pra controlar nem o que acontece com a gente o tempo inteiro, que dirá com outra pessoa, né?
Eu sei que sou humana e, como tal, passível de erro all the time, mas mesmo assim não consigo escapar de me sentir culpada e a mais menas-main do mundo de vez em quando. Tipo quando...
{esqueço que a Clara está resfriada e a levo pra tomar sorvete}
{cansada ou ocupada com outras coisas, me recuso a sentar com ela no chão da sala pra brincar}
{ela cai e se machuca mais feio}
{não percebo que ela fez cocô e, quando vou trocá-la, vejo que as assaduras chegaram com força total}
{desisto da conversa e dou uma palmada pra tentar corrigi-la}
{esqueço de comprar seu leite e tenho que dar o de caixinha}
{ela dorme toda torta e desconfortável no chão da sala ou pendurada no sofá ao meu lado}
{não tenho paciência pros ataques de birra}
{dou água porque estou com preguiça de fazer suco}
{penso em tirar férias da minha filha}
{desisto de sair de casa só porque pensei no trabalho que ela vai dar naquele local}
{ela diz que quer fazer xixi ou cocô no penico e eu peço pra ela fazer na fralda mesmo, porque estou sem coragem de tirar a roupa dela toda e esperar em vão (já que ela quase nunca faz)}
{dou bronca e ela ri da minha cara, mostrando total falta de respeito a minha pessoa}
Poderia listar muitas outras situações que me fazem sentir uma mãe nada exemplar, mas já deu pra sentir que os motivos são bem nada-a-ver-com-nada né? Alguns até podem achar muito deles idiotas, mas mãe tem dessas coisas de achar sempre que não tá fazendo o suficiente.
Eu não fico me martirizando por causa dessas culpas todas não, até porque se fosse me lamentar por não ser boa o bastante pra Clara, não teria tempo pra aproveitar os momentos extraordinários que vivemos – e que me fazem sentir uma super mãe. Prometo fazer um post sobre isso também. Só quis contar aqui sobre isso, porque também não dá pra dizer que é tudo mil maravilhas e porque todas essas situações e sentimentos fazem a mãe que eu me descubro a cada dia – e me fazem refletir e querer melhorar um pouquinho que seja. Enfim, continuo padecendo no paraíso, como sempre.
E vocês, mães, também se sentem menas-main de vez em quando? Digam que sim pra eu não me sentir mais Rochelle ainda, vai!
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Circo da Clarinha - Os bastidores e A Festa
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Marcadores: aniversário, aniversário infantil, comemoração, diy, dois anos, festa, festa diy, festa infantil, papelaria de festa
Marcadores: aniversário, aniversário infantil, comemoração, diy, dois anos, festa, festa diy, festa infantil, papelaria de festa
Quem me acompanha pelo Instagram (quem ainda não acompanha, é só seguir o @caderninhodamamae por lá), viu um pouco da minha saga pra fazer a festa de dois anos da Clara. Até menos de dois meses atrás, eu mantinha firme a ideia de não fazer nada, o que eu tinha prometido desde a loucura festa do ano passado. Mas pessoa metida a organizadora de festa que sou, a data foi se aproximando e foi me dando uma coceirinha pra não deixar a data passar em branco. Na verdade sempre soube que dificilmente deixaria algum aniversário da Clara passar sem uma comemoração, por menor que seja. Dito e feito! O pessoal do Instagram apoiou e eu resolvi marcar a tal festa!
Como não estou trabalhando e planejava passar uns dias na casa dos meus pais, decidi fazer a festa em Jales. Assim, toda a minha família poderia participar e a Clara teria muitas crianças com quem brincar na sua festa - já que em Londrina ela tem poucos amigos, infelizmente.
Começava aí a correria. Não queria - nem podia - gastar muito, então tive que colocar a mão na massa (confesso, é uma loucura, mas eu adoro me envolver nesses preparativos). O primeiro passo foi definir o tema, na verdade, confirmar, pois eu já vinha namorando esse tema faz tempo. O colorido e a alegria me fizeram escolher: O Circo!
Daí em diante foi encontrar os fornecedores que pudessem me ajudar com a festa em Jales. Entre uma indicação daqui, uma ajuda da minha mãe acolá e uns emails dali, encomendei os salgadinhos e as bebidas, aluguei uma chácara, contratei uns brinquedos pras crianças se divertirem e uma decoradora, que ficaria responsável pela montagem apenas da mesa principal e do painel no fundo pra dar o tom da festa.
Comprei pela internet umas embalagens pra fazer as lembrancinhas - marmitinhas, tubetes e bisnagas de brigadeiro - e também furadores de scrap pra fazer os enfeites. Criei a arte dos convites (que imprimi em papel fotográfico mesmo e enviei pra minha mãe distribuir), dos adesivos para os toppers e tags e passei uma semana preparando tudo. Chegando em Jales (quatro dias antes da festa), comprei as guloseimas, doces e embalagens que faltavam e aí o bicho pegou pra valer!
Foram quatro dias ralando pra enrolar docinho - pra economizar a gente resolveu fazer os doces por conta própria, preparando as marmitinhas e sacolinhas surpresas das crianças, enchendo tubete com confeito e bisnaga de brigadeiro, acertando os últimos detalhes com a decoradora e, claro, dando conta da Clara que queria brincar e mexer em todas as coisas da festa. A única coisa que deixamos pra fazer no dia mesmo foi o molho do cachorro quente, que ficou por conta da minha mãe. Aliás, se não fosse pela ajuda dela e de outras pessoas que me "socorreram" nesses dias, não sei o que seria de mim.
A festa foi na quinta-feira, dia 19, o dia do aniversário da Clara mesmo. Como deu pra ver, foi um trabalhão DA-NA-DO, mas como sempre a alegria de vê-la feliz no grande dia me faz esquecer qualquer cansaço - e a pensar na comemoração do ano que vem já!
A noite foi bem animada, especialmente pras crianças, que se acabaram de brincar na cama elástica, piscina de bolinha e no mega escorregador inflável. Taí um investimento que valeu à pena, pois realmente a criançada aproveitou muito. Foi muito bom ver minha família e amigos reunidos, só sentimos muito a falta do marido, que não pôde vir pra Jales, infelizmente.
Como toda boa (sóquenão) anfitriã, não consegui conversar muito bem com ninguém, mas pensando pelo lado bom, pelo menos esse ano consegui comer e beber alguma coisa durante a festa. No geral, deu tudo certo e acho que todo mundo conseguiu aproveitar bem a festa.
Agora chega de falar, e vamos às fotos?
Quem fez?
Papelaria e lembrancinhas: Mamãe
Docinhos e cachorro quente: Mamãe e Vovó Célia, com ajuda da bisa Iolanda e das tia Pithi e Dani
Pão de Mel e Trufas: Tia Suzi
Decoração: Amaral Festas
Brinquedos: Edmilson
Salgadinhos: Palácio's Bar
Bebidas: Jales Festas
Fotografia: Flávia Novais
Local: Chácara 100% Festas
Como não estou trabalhando e planejava passar uns dias na casa dos meus pais, decidi fazer a festa em Jales. Assim, toda a minha família poderia participar e a Clara teria muitas crianças com quem brincar na sua festa - já que em Londrina ela tem poucos amigos, infelizmente.
Começava aí a correria. Não queria - nem podia - gastar muito, então tive que colocar a mão na massa (confesso, é uma loucura, mas eu adoro me envolver nesses preparativos). O primeiro passo foi definir o tema, na verdade, confirmar, pois eu já vinha namorando esse tema faz tempo. O colorido e a alegria me fizeram escolher: O Circo!
Daí em diante foi encontrar os fornecedores que pudessem me ajudar com a festa em Jales. Entre uma indicação daqui, uma ajuda da minha mãe acolá e uns emails dali, encomendei os salgadinhos e as bebidas, aluguei uma chácara, contratei uns brinquedos pras crianças se divertirem e uma decoradora, que ficaria responsável pela montagem apenas da mesa principal e do painel no fundo pra dar o tom da festa.
Comprei pela internet umas embalagens pra fazer as lembrancinhas - marmitinhas, tubetes e bisnagas de brigadeiro - e também furadores de scrap pra fazer os enfeites. Criei a arte dos convites (que imprimi em papel fotográfico mesmo e enviei pra minha mãe distribuir), dos adesivos para os toppers e tags e passei uma semana preparando tudo. Chegando em Jales (quatro dias antes da festa), comprei as guloseimas, doces e embalagens que faltavam e aí o bicho pegou pra valer!
Foram quatro dias ralando pra enrolar docinho - pra economizar a gente resolveu fazer os doces por conta própria, preparando as marmitinhas e sacolinhas surpresas das crianças, enchendo tubete com confeito e bisnaga de brigadeiro, acertando os últimos detalhes com a decoradora e, claro, dando conta da Clara que queria brincar e mexer em todas as coisas da festa. A única coisa que deixamos pra fazer no dia mesmo foi o molho do cachorro quente, que ficou por conta da minha mãe. Aliás, se não fosse pela ajuda dela e de outras pessoas que me "socorreram" nesses dias, não sei o que seria de mim.
A festa foi na quinta-feira, dia 19, o dia do aniversário da Clara mesmo. Como deu pra ver, foi um trabalhão DA-NA-DO, mas como sempre a alegria de vê-la feliz no grande dia me faz esquecer qualquer cansaço - e a pensar na comemoração do ano que vem já!
A noite foi bem animada, especialmente pras crianças, que se acabaram de brincar na cama elástica, piscina de bolinha e no mega escorregador inflável. Taí um investimento que valeu à pena, pois realmente a criançada aproveitou muito. Foi muito bom ver minha família e amigos reunidos, só sentimos muito a falta do marido, que não pôde vir pra Jales, infelizmente.
Como toda boa (sóquenão) anfitriã, não consegui conversar muito bem com ninguém, mas pensando pelo lado bom, pelo menos esse ano consegui comer e beber alguma coisa durante a festa. No geral, deu tudo certo e acho que todo mundo conseguiu aproveitar bem a festa.
Agora chega de falar, e vamos às fotos?
Quem fez?
Papelaria e lembrancinhas: Mamãe
Docinhos e cachorro quente: Mamãe e Vovó Célia, com ajuda da bisa Iolanda e das tia Pithi e Dani
Pão de Mel e Trufas: Tia Suzi
Decoração: Amaral Festas
Brinquedos: Edmilson
Salgadinhos: Palácio's Bar
Bebidas: Jales Festas
Fotografia: Flávia Novais
Local: Chácara 100% Festas
terça-feira, 24 de setembro de 2013
2 anos - Feliz Aniversário, meu amor!
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Marcadores: aniversário, carta, dois anos, feliz aniversário
Marcadores: aniversário, carta, dois anos, feliz aniversário
Filha, já faz cinco dias que você completou dois anos. Mas como você ainda vai levar alguns anos até conseguir ler essa carta em forma de post, resolvi escrevê-la mesmo assim, pra não deixar passar essa data e esse amor tão especial que sinto por você.
Temos andado ocupadas esses últimos dias, desde que viemos pra casa dos seus avós - pais da mamãe - pra fazer aqui sua festinha de aniversário e aproveitar a companhia de pessoas tão especiais. Vou te contar, foi um trabalhão danado, mas ver a sua alegria quando se deparou com tudo pronto e com tanta gente lá pra brincar com você me faria fazer tudo de novo, mil vezes!
Sabe, meu amor, não há um dia sequer que não agradeça a Deus pelo presente maravilhoso que ele me enviou - e que eu tive o prazer de conhecer, assim cara a cara, no dia 19 de setembro de 2011. Você é mesmo uma criança abençoada, capaz de atrair pra si os melhores sentimentos e um amor que muitas pessoas desconheciam antes de você chegar, inclusive eu, claro.
No momento em que escrevo esse texto, você inocentemente corre pela casa com um terço cor-de-rosa que achou na penteadeira da vovó pendurado no pescoço, feliz como quem ostenta um colar de pérolas raras. Você talvez não se lembre disso, mas você é uma criança extremamente feliz, sapeca e querida por todos que te cercam.
E se posso fazer um pedido, peço que, não importa o que a vida lhe reserve nem o que digam a você, não perca nunca essa ternura e essa alegria de viver. Saiba que a sua felicidade é a minha e que estarei sempre, sempre disposta a te dar colo e a caminhar com você, não importa a distância que a vida venha a nos impor.
Espero nunca deixar de prestar atenção aos pequenos detalhes, as suas gracinhas, aos seus olhares e expressões que dizem tanto sobre quem você é o que você sente. Espero que a felicidade nunca vire rotina e que esse amor imenso que sinto por você nunca seja sufocado por qualquer outro sentimento que apareça. É pela sua felicidade que eu rezo todos os dias e, acredite, oração de mãe tem duplo poder.
Feliz aniversário, minha filha! Que todos os seus dias sejam uma festa, mas quando não o forem, que e sirvam de aprendizado pra te fortalecer.
Eu te amo daqui até o infinito!
Beijos,
Mamãe
Temos andado ocupadas esses últimos dias, desde que viemos pra casa dos seus avós - pais da mamãe - pra fazer aqui sua festinha de aniversário e aproveitar a companhia de pessoas tão especiais. Vou te contar, foi um trabalhão danado, mas ver a sua alegria quando se deparou com tudo pronto e com tanta gente lá pra brincar com você me faria fazer tudo de novo, mil vezes!
Sabe, meu amor, não há um dia sequer que não agradeça a Deus pelo presente maravilhoso que ele me enviou - e que eu tive o prazer de conhecer, assim cara a cara, no dia 19 de setembro de 2011. Você é mesmo uma criança abençoada, capaz de atrair pra si os melhores sentimentos e um amor que muitas pessoas desconheciam antes de você chegar, inclusive eu, claro.
No momento em que escrevo esse texto, você inocentemente corre pela casa com um terço cor-de-rosa que achou na penteadeira da vovó pendurado no pescoço, feliz como quem ostenta um colar de pérolas raras. Você talvez não se lembre disso, mas você é uma criança extremamente feliz, sapeca e querida por todos que te cercam.
E se posso fazer um pedido, peço que, não importa o que a vida lhe reserve nem o que digam a você, não perca nunca essa ternura e essa alegria de viver. Saiba que a sua felicidade é a minha e que estarei sempre, sempre disposta a te dar colo e a caminhar com você, não importa a distância que a vida venha a nos impor.
Espero nunca deixar de prestar atenção aos pequenos detalhes, as suas gracinhas, aos seus olhares e expressões que dizem tanto sobre quem você é o que você sente. Espero que a felicidade nunca vire rotina e que esse amor imenso que sinto por você nunca seja sufocado por qualquer outro sentimento que apareça. É pela sua felicidade que eu rezo todos os dias e, acredite, oração de mãe tem duplo poder.
Feliz aniversário, minha filha! Que todos os seus dias sejam uma festa, mas quando não o forem, que e sirvam de aprendizado pra te fortalecer.
Eu te amo daqui até o infinito!
Beijos,
Mamãe
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Terrible Twos, são vocês?
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Unknown at 17:43
Marcadores: 23 meses, adolescência do bebê, comportamento infantil, crise dos dois anos, desenvolvimento do bebê, terrible twos
Marcadores: 23 meses, adolescência do bebê, comportamento infantil, crise dos dois anos, desenvolvimento do bebê, terrible twos
Já ouviu falar nos Terrible Twos? Se sim – e se já experimentou na prática, vai se identificar com o conteúdo desse post. Se não – é porque não tem filhos, não lida com criança, ou seu filho ainda não chegou lá, vai descobrir por que ele leva esse nome logo a seguir.
Também conhecida como a adolescência do bebê, a fase dos terrible two – ou dos terríveis dois anos, em bom português, é aquela em que surgem as birras mais intensas, onde o humor da criança se altera com facilidade, tudo é motivo pra choro e o anjinho que a gente tinha em casa até semana passada de repente se transforma no ser mais mal educado e irritante que a gente já conheceu na vida.
Imaginou? Pois então, é o que estamos vivendo por aqui há algum tempo.
Bebê aborrecente? Socorro!
Sabe o que todo mundo fala sobre a adolescência? Que os aspirantes a jovens ficam chatos, querem tudo do seu jeito, são contra qualquer opinião ou ordem e acham que estão sempre certos? Pois então, acredite se quiser, a Clara do alto de seus quase dois anos pode ser i-gual-zi-nha! Com o agravante de que você não pode ignorá-la ou deixá-la trancada no quarto ouvindo som alto pra se acalmar. Eu já tinha ouvido falar dessa fase, mas, sinceramente, achei que teria a sorte de escapar dela. Errei feio.
Drama Queen
Clara se transformou na rainha do drama. Tipo assim, um dia foi dormir com os anjos e acordou com a macaca! Experimente contrariá-la, impedi-la de fazer algo que ela quer muito, olhar com cara feia, dizer não, fingir que dorme pra tentar ignorá-la pra você ver. Ela fecha o olho, se joga no chão com o melhor efeito câmera-lenta-do-filme-matrix, chora, grita e se descabela. Se a cena for em público então, eu chego a sentir vergonha alheia de mim mesma.
Comer pra quê?
Não é de hoje que a menininha aqui de casa anda, digamos assim, instável na hora de comer. A mesma variação no humor se repete no momento das refeições e tem sido um desafio fazê-la comer razoavelmente bem. Tem dias que é mais fácil, mas na maioria deles é preciso muuita paciência, criatividade e jeitinho. Ela quer comer sozinha (e jogar comida pela casa inteira) e escolher os alimentos – ignorando quase sempre os mais saudáveis, claro.
Não, não ... ad infinitum
É assim que a Clara está.: tudo é não. Não quer tomar banho, não quer dormir, não quer comer, não quer obedecer, não quer fazer nada que a gente peça. Se pedimos pra ela parar de fazer algo errado, ela ignora ou faz aqueeele escândalo. Vou contar, tem horas que é difícil não gritar ou dar uma palmada, viu. É um teste constante a nossa paciência, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não tá fácil, Brasil!
Isso pega?
Os especialistas dizem que esse comportamento – na verdade, esse conjunto de comportamentos “rebeldes” faz parte do desenvolvimento natural das crianças e costuma ocorrer entre 1 ano e meio e 3 anos de idade. Se antes elas seguiam as regras e determinações dos pais, aos poucos elas vão se descobrindo seres com suas próprias vontades e, assim, se acham capazes de tomar suas próprias “decisões”. O problema é que elas ainda não têm maturidade pra lidar com essas mudanças e suas próprias vontades, por isso tantas vezes acabam discordando delas mesmas e parecendo sempre “do contra”. É aí que entra o papel fundamental dos pais.
Como lidar?
Acima de tudo, é preciso ter paciência! A gente precisa entender que é um período difícil pra nós, mas pro nosso filho também. Não adianta bater de frente, ficar nervoso durante um ataque de birra nem querer devolver a criança pro fabricante. Nessas horas em que eles parecem fora de controle, a dica é tentar conversar e explicar que você entende a sua frustração mas que aquele comportamento não é adequado. Se não surtir efeito, experimente ignorar a birra e mudar o foco da situação. Se perceberem que o objetivo de chamar a atenção não está dando certo, eles provavelmente vão parar com aquele comportamento.
Na teoria parece fácil, mas quem vive isso na prática (é nóis) sabe que não é tão simples. Eu mesma perco a paciência em algumas situações, principalmente quando percebo nitidamente que ela está fazendo algo pra me testar ou me contrariar. Mas se posso dar uma dica é: tenta respirar fundo, pense nos momentos em que seu filho quase te mata de tanta fofura e imagine que vai passar. Oremos pra que passe logo!
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Esconde-esconde e a inocente sinceridade
Saca só como se brinca de esconde-esconde aqui em casa:
Clara corre pra um canto da casa (quase sempre o mesmo) e grita: - Cadê o nenê?
Papai: - Nenê tá escondido?
Clara - Tá!
- Nenê tá escondido no cantinho?
Táá!
- Nenê tá escondido no cantinho atrás do sofá?
- Tááá!
- Nenê tá escondido no cantinho atrás do sofá escondendo o rosto pra não ser encontrada?
- Táááá!
- Achooouu!!
Gargalhadas e fim!!
Clara corre pra um canto da casa (quase sempre o mesmo) e grita: - Cadê o nenê?
Papai: - Nenê tá escondido?
Clara - Tá!
- Nenê tá escondido no cantinho?
Táá!
- Nenê tá escondido no cantinho atrás do sofá?
- Tááá!
- Nenê tá escondido no cantinho atrás do sofá escondendo o rosto pra não ser encontrada?
- Táááá!
- Achooouu!!
Gargalhadas e fim!!
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Amigo é coisa pra se guardar
“Essa história de amizade virtual é coisa de gente carente,
que se apega a qualquer pessoa.”
(Mariella, 2011)
(Mariella, 2011)
E aí que a Mariella de 2013, pegou um ônibus com a filha a
tiracolo e 13 horas depois desembarcou em Uberlândia pra conhecer a amiga da qual a
vida ela acompanhou durante dois anos apenas pela internet.
Doida ou não? Diria que “um pouquinho”. Pra quem vê de fora
(e pra Mariella de 2011), isso pode parecer loucura, mas eu tinha certeza de
que não teria como dar errado. E estava certa. Vou explicar o porquê.
Conheci a Sabrina quando estava no comecinho da minha vida
de mãe e da minha vida de blogueira. Não me lembro como, mas um belo dia caí no
blog dela e foi amor à primeira vista. Talvez pela proximidade da idade das
nossas filhas – Elisa é um mês e um dia mais velha com a Clara – talvez pelo
nosso jeito parecido de criá-las, talvez por querer ser uma mãe como ela
parecia ser, na verdade acho que por tudo isso junto. Salvei o blog nos meus
favoritos, voltei lá nos dias seguintes, deixava comentários e ela começou a
retribuir as “visitas” acessando e comentando meus posts aqui no Caderninho.
Nem percebi, mas fui criando um afeto enorme por ela e pela
Elisa. Adoraaava ver o desenvolvimento da pequena e aprendi bastante com as
duas. Alguns meses depois, nos adicionamos no Facebook e aí a amizade foi se
fortalecendo.
Me lembro que no primeiro aniversário da Clara, já queria
muito que elas estivessem presentes, mas estava com medo de convidá-la pra vir
pra Londrina e parecer “aloka” carente de amigos (ainda tinha um pouco daquela
Mariella de 2011, lembra?). Pra resumir,
nos aproximamos muito neste último ano, trocamos muitas experiências e o
carinho aumentou ainda mais. Junto com ele, foi crescendo também a vontade de
nos conhecermos pessoalmente.
Eis que no início de agosto, a Sabrina me fez um convite: ir
pra Uberlândia pro aniversário da Elisa. Fiquei tentada, mas de início achei
pouco provável que conseguisse ir. Fiquei com aquilo na cabeça por alguns dias,
fiz as contas, pensei nos perrengues que passaria viajando sozinha com a Clara
(marido não poderia ir), até que decidi: nós vamos!
E foi assim que eu, a pessoa tímida que nunca sabe como se
comportar na frente de “estranhos” e morre de medo de incomodar as pessoas,
desembarcou em Minas. Quando avistamos Sabrina e Elisa nos esperando, foi como
ver uma amiga de infância com quem não me encontrava há muitos anos. Não teve
timidez, não teve ficar sem jeito, só teve uma alegria boa demais!
Me senti muito mais à vontade do que imaginava, foram dias
muito especiais. Ver a Clara e a Elisa brincando juntas, rindo juntas foi
emocionante de verdade. Perceber o carinho com que a Sabrina , que carrega um
barrigão lindo de quase 9 meses, nos recebeu na sua casa em uma data tão especial
e toda a atenção que ela e sua família nos dedicou, enche meu coração de
alegria.
Pra Clara foi tudo muito divertido: ela curtiu os passeios,
se sentiu mega íntima de todos – a ponto de chamar os sogros da Sabrina de vovó
e vovô - e se acabou de tanto brincar na festa de aniversário da Elisa.
Pra mamãe aqui foi igualmente bom. Nas conversas com a
Sabrina, descobri que temos muito mais em comum do que pensava e me tornei
ainda mais fã da pessoa incrível que ela é. Fofocamos bastante, rimos,
lembramos das amigas em comum (igualmente virtuais e queridas) e trocamos
muitas figurinhas. Tudo bem intenso e especial, tanto que teve até chororô na
despedida..rs No fim, percebi que não era a toa que me sentia confiante pra
chamá-la de amiga, mesmo sem conhecê-la pessoalmente. Essa viagem só tornou nossa
amizade ainda mais especial.
Então, minha amiga, queria agradecer por TUDO, pelo convite,
carinho, pela atenção, enfim....Espero poder retribuir tudo isso em uma data não
muito distante! :D
Beijos,
Mari
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